sábado, 16 de junio de 2007

Avanços tecnológicos que merecem desconfiança.


Altair Mestrando Uned

Os avanços tecnológicos são muitos e maravilhosos nestes últimos tempos. As novas tecnologias nos oferecem belos e atraentes aparatos que fazem brilhar os olhos daqueles que se incluem entre os não excluídos da nova geração digital. Dos automóveis à cafeteira doméstica, da caneta esferográfica ao NoteBook, as novas tecnologias têm apresentado à sociedade magníficos instrumentos de mudanças do comportamento do indivíduo social. Essas mudanças comportamentais vão desde a maneira do indivíduo alimentar-se até como relacionar-se com os que estão envolvidos em seu cotidiano.

Os intelectuais, os governantes, os grandes poderosos da mídia, da indústria e do comércio entenderam que estas transformações sociais em torno das novas tecnologias abriram na história da humanidade possibilidades sem igual. Ao mesmo tempo que vendem seus produtos inovadores, fazem o controle estatístico, econômico e de comportamento de seus clientes. Isto é maravilhoso para as grandes indústrias. Saber exatamente quem comprou seus produtos, quando e quanto comprou e, por estatística, saber quando novamente seu cliente necessitará comprar. Tudo já é absolutamente possível e praticado em diversas esferas em nossos meios sociais.

Estou referindo-me a um pequeno, mas polêmico chip que está revolucionando os grandes centros metropolitanos de nosso planeta. A nova tecnologia é chama de RFID (“Rádio Frequency IDentifiction”) e é a grande estrela do momento. Este chip também é chamado de “etiquetas inteligentes” e as maiores redes de lojas do mundo já se preparam para colocá-las nos seus produtos exibidos em suas prateleiras, permitindo que seus estoques sejam controlados sem a operação direta de seus funcionários e que tenham também um exato controle de onde um determinado produto se encontra naquele determinado instante.

Estes chips ou etiquetas inteligentes são dotados de uma memória e são capazes também de efetuar transmissões de rádio. Com isto, Ao contrário dos atuais códigos de barras, as etiquetas podem ser lidas à distância, de forma totalmente automatizada, sem que o produto tenha que estar ao alcance da visão de um operador. Mas, mesmo antes destas etiquetas chegarem aos supermercados, elas já fazem parte do nosso dia a dia quando estão inseridas nas chaves de nossos automóveis, em sistemas de cobrança de estacionamentos e até seres humanos já implantaram chips RFID, como Kevin Warwick, professor britânico que tem por projeto tornar-se um ciborgue.

Algumas casas noturnas de Barcelona (Espanha) e Rotterdam (Holanda) também fazem implantes em seus clientes VIP, que utilizam o chip no lugar de comandas de consumo e sabe Deus aonde mais são utilizados este pequeno mas, inconvenientes aparelhos eletrônicos. Aliás, o bilhete único, utilizado como meio de pagamento no transporte público de São Paulo, já utiliza esta tecnologia. E como se não bastasse a grande polêmica em torno da tecnologia em torno da tecnologia RFID está na possibilidade e capacidade que os governos e companhias podem ter em rastrear informações pessoais.

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5 comentarios:

Anonymous Anónimo ha dicho...

Anda pues claro!!! Y
La rueda, el fuego, la escritura...
RCB
¿porque el portugues?

16 de junio de 2007, 18:49  
Blogger TCB ha dicho...

No es portugues RCB, sino brasileño. Es un artículo muy interesante de un compañero de estudios. Si lo leyeras, - ahora que estás aprendiendo gallego, seguro, aprenderías algo, en vez de quedarte en la superficie de ciertas cosas.

16 de junio de 2007, 18:57  
Blogger Teresa C.B. ha dicho...

Por cierto, RCB, si pulsas en el nombre de la entrada (de color rosa fuerte) te aparecerá el artículo o noticia completa. Las entradas están vinculadas al origen de la información por dos motivos: no saturar de información la entrada ni "copiarla", y para que, quien lo desee, pueda ir a la fuente de la noticia o información.

16 de junio de 2007, 19:10  
Blogger Teresa C.B. ha dicho...

RCB, olvidé decirte que, cuando quieras abrir un enlace, para no perder la página en la que estás, colocas el ratón sobre él (suelen estar subrayados y/o aparece una mano indicándo que tiene un enlace) sólo tienes que pulsar el botón derecho del ordenador y después, "abrir en una ventana nueva". Lo mismo para cualquier enlace de cualquier sitio de los que entres de la red. En la columna de la derecha, tienes unos cuantos interesantes, según mi criterio, claro. El que pone bleteblog, es de nuestro sobrino Pablo C.L. Le encantará si le pones comentarios. Hay navegadores con un sistema de pestañas para abrir diferentes páginas a la vez, pero eso ya te lo explicaré "in situ" cuando nos volvamos a ver y tengamos un ordenata a mano.

16 de junio de 2007, 19:42  
Anonymous Anónimo ha dicho...

RCB: 1-Ahh..
2-Ahhh!!!!!
3- Ah!

16 de junio de 2007, 23:49  

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